PowerPoint é mídia? (vídeo da SOAP)
Resolvemos acabar com a polêmica sobre o PowerPoint. Assista o vídeo e decida você mesmo se ele é mídia ou não!!
Resolvemos acabar com a polêmica sobre o PowerPoint. Assista o vídeo e decida você mesmo se ele é mídia ou não!!
Cerca de 130 pessoas participaram do workshop “Comunicação eficaz para projetos”, que foi realizado na tarde desta quinta-feira (13), no Palácio da Fonte Grande. O palestrante foi o consultor de empresas de São Paulo, Eduardo Cury Adas, que explicou como se deve fazer para transformar apresentações longas, chatas e sem foco em histórias de alto impacto.
A abertura foi realizada pelo secretário de Estado de Gerenciamento e Projetos, Regis Mattos. Após as boas-vindas, ele afirmou que o workshop supre uma lacuna de muitos servidores, já que o desafio da comunicação é uma constante no dia-a-dia de todos aqueles que atuam com projetos.
O palestrante explicou que há uma metodologia que deve ser desenvolvida, exatamente para se fugir das apresentações longas e cansativas, que geralmente são sem foco ou com o foco errado. Segundo o consultor de empresas, a primeira dica é colocar-se sempre no lugar da platéia. “O que o público, o que posso acrescentar para eles, que benefícios meu projeto tem para a vida deles? Qual o objetivo da apresentação?”.
Adas também enfocou os erros mais comuns nas apresentações tradicionais. Começar a estruturar a apresentação pela coleta dos dados é um dos mais comuns. Para o palestrante, é fundamental pensar, primeiro, na lógica, na estrutura e na história a ser contada.
O passo seguinte é buscar os dados que vão sustentar a história, sem se esquecer que a apresentação deve ter começo, meio e fim, conteúdo, razão, lógica, emoção e entretenimento. Portanto, é importante usar metáforas e criar analogias não como recreação, mas para complementar e fixar o conteúdo e a mensagem.
Em seguida, vem a distribuição da história no Power Point e a inclusão dos dados. Também é essencial criar a identidade visual e os slides com pensamento visual (a ilustração que complementa a fala). Desta forma, na perspectiva do palestrante, a apresentação se transforma num show.
Para o consultor de empresas, o verbo a ser conjugado é o inovar. Tanto é que a metodologia do palestrante inclui o conceito de “estado da arte”, o elo que transforma a apresentação chata em uma espécie de obra de arte. Mais do que “traduzir” a linguagem altamente tecnicista, o “estado da arte” leva o apresentador a ter um desempenho de um contador de história, aquele que seduz a platéia e, consequentemente, consegue vender o projeto.
A promoção do workshop é da Secretaria de Estado de Gerenciamento e Projetos (Segep), que busca disseminar a cultura de gerenciamento de projetos no Governo do Estado e promover o aprendizado contínuo dos servidores.
Os workshops, realizados trimestralmente pela Segep, fazem parte das ações programadas para integração das equipes e parceiros do Pró-Gestão. O objetivo é disseminar a cultura de gerenciamento de projetos no Governo do Estado e promover o aprendizado contínuo dos servidores.
Como você quer contar a sua história?
História, como você quer contar?
Contar, como você quer, a sua história?
A sua história, como contar, você quer?
Você tem duas opções, pergunte ao mestre YODA ou aguarde nosso vídeo: REVERSÍVEL.
“When we understand that slide, we’ll have won the war,” General McChrystal
“PowerPoint makes us stupid,” Gen. James N. Mattis of the Marine Corps
“Some problems in the world are not bullet-izable.” General McMaster
PÁRA TUDO!!!
O que estes Generais estão falando? New York Times, 26 de abril de 2010. Depois de uma apresentação horrível, estes comentários apareceram.
A intenção da apresentação e do slide ai em cima era explicar a estratégia militar no Afeganistão.
Se fosse pra explicar uma receita de macarrão, até vai, agora, o que é que um ser humano consegue extrair deste embrolho??
Agora vamos analisar o que os Generais comentaram:
Comentário: Sou obrigado a concordar
Comentário: Ô meu filho, você culpa os mísseis pelo problema das guerras? Então não vem culpar o meio por uma estupidez de comunicação que foi feita dentro dele!
Comentário: Claro que não, e quem foi que disse que uma apresentação é um monte de bullets? Por favor, use os bullets para acabar com seus inimigos, não com a sua audiência! Se o Al Gore conseguiu explicar a problemática do aquecimento global num PPT de 1 hora, você consegue explicar sua estratégia de guerra no seu PPT!!
Só fala esta galera perder a guerra e ainda culpar o PowerPoint da mesma forma que Edward Tufte culpou o coitado do software por ter derrubado a Challenger!
Vamos agora ao contra-ponto. Quem sabe a solução para as Guerras não está em melhores apresentações. Ué, se eles podem culpar o PPT por grandes problemas mundiais, eu também posso responsabilizar o PPT por grandes transformações!
A SOAP foi convidada para escrever uma coluna mensal na revista Consumidor Moderno. O primeiro artigo foi sobre a evolução das apresentações e à partir do segundo, contaremos histórias inspirados nas histórias que já contamos! Abaixo o primeiro texto da Edição de comemoração de 15 anos da revista. O design da página foi feito também pela SOAP:
Do retroprojetor ao PowerPoint, evolução da comunicação ou da ferramenta?
A SOAP, 7 mil apresentações depois…
Esta coluna traz o mundo pouco explorado das apresentações corporativas, ou seria, dos PowerPoints? Hoje, qualquer reunião vem acompanhada de um PPTzinho e, cá entre nós, bem chatinho.
Se você está cansado de assistir apresentações chatas, fique atento à nossa coluna mensal.
Minha intenção é compartilhar com o leitor a experiência adquirida em mais de:
Ufa!
Mas para que tantos números? Só para despertar sua atenção!
Esta técnica que acabei de utilizar é uma das formas de começar uma apresentação, fugindo da tão usada ‘agenda’, que só serve para expor o que será exposto!
É como chegar no cinema e alguém contar o que vai acontecer!
No mundo da comunicação, a propaganda convencional trata de fazer seu papel: mostrar uma marca em diversas mídias com repetição e freqüência.
Mas quando a empresa é representada por uma pessoa de carne e osso numa reunião, as máscaras caem, os argumentos da propaganda não valem mais e a audiência está consumindo uma mídia ao vivo.
Em homenagem aos 15 anos da revista Consumidor Moderno, vou voltar um pouco no tempo.
1) HÁ 15 ANOS, dinossauros apresentadores…
Apresentações eram em sua maioria:
Muitos ainda utilizavam o retroprojetor de slides com suas transparências apoiadas sob as lâmpadas!
Para simular uma animação movimentava-se para baixo uma folha de papel em cima da transparência até que a lei da gravidade se encarregasse de jogá-la no chão.
Na hora de apresentar, a logística chamava mais a atenção e demandava mais tempo do que o conteúdo da apresentação.
O apresentador lia as transparências. Se ele lia, porque esta complicação toda? Poderia cancelar a reunião e mandar o texto por e-mail.
Há 15 anos já existia o PowerPoint 1995. Apesar de ele existir desde 1984, o seu uso ainda era limitado, mas a sua distribuição massificada sempre foi algo surpreendente e sem concorrente.
Bill Gates o batizou de PowerPoint porque era algo como “bom argumento”. Um bom argumento é o que todos precisamos para convencer nosso público a comprar nossa idéia, certo? Errado!
O que nós precisamos é saber comunicar este bom argumento. As apresentações há 15 anos eram muito orientadas ao produto e pouco aos seus benefícios.
2) HOJE, PowerPoint é reconhecido como Mídia…
As apresentações são uma mídia valiosa para fechar negócios, entreter audiências e encantar.
Mais de 30 milhões de apresentações são feitas a cada dia no mundo e o PowerPoint é o principal e praticamente hegemônico software para apresentações.
O problema é que a maioria dos PPTs são chatos e não atraem o interesse da audiência!
A culpa não é da ferramenta, mas sim da forma como ela é utilizada. Peguemos algumas evidências de que hoje é possível dar um show com o seu pptzinho!
FECHAMENTO
Apresentar é contar uma história. Então vou fechar este artigo com o tão famoso “Moral da história”:
Se o seu PowerPoint mais parece um Word, trate de contar muita piada na sua apresentação. Agora, se você não tiver jeito para piadas, leve travesseiros e distribua para sua audiência!
2003, um sonho: acabar com as apresentações chatas e criar uma marca conhecida e reconhecida!
2010, uma realidade: mais de 7 mil apresentações deixaram de ser chatas. mais de 700 clientes conhecem e reconhecem a SOAP.
7 anos, 700, 7 mil…..tantos 7s nos inspiraram a criar 7 momentos do nosso crescimento. Veja também 7 projetos que já estão em andamento: CLIQUE AQUI
Um cliente da SOAP, do mercado financeiro, precisava engajar gerentes de agências a adotarem uma visão e melhorarem seu atendimento ao cliente. Quem vê a promessa da marca deste Banco na mídia tradicional de massa, cria uma expectativa sobre o serviço. Agora, quem entrega este serviço é o Gerente que está face a face com o cliente. E neste momento, a preparação é tudo. Portanto, ocorre uma comunicação P2P (Pessoa a pessoa) que antecede a B2B e pode prejudicar ou potencializar o resultado na hora da verdade!
Que caminho você acha que nosso cliente deveria seguir na apresentação de preparação dos gerentes para ter maior efetividade?
1) Apresentar dados, gráficos, informações e tabelas com números e estatísticas sobre o tema trazendo consistência e demonstrando o impacto de não atender bem o cliente?
ou;
2) Contar uma história que valorize os atributos que o gerente precisa ter e demonstre os benefícios que ele leva ao exercer estes atributos?
Para responder vamos mergulhar em algumas premissas…
CONTAR HISTÓRIAS AO INVÉS DE PROJETAR DOCUMENTOS
Não gosto de generalizações, portanto, eu diria que em 99,9% dos casos das apresentações corporativas, vale mais à pena contar uma história do que apresentar apenas dados, informações e tabelas.
Os motivos:
Chegamos até aqui com a conclusão que: Numa apresentação, mais vale uma boa história do que uma avalanche de números.
Não estou querendo dizer que é proibido apresentar números, mas sim, antes deles, defina a narrativa da história que quer contar e em seguida avalie se seu número ajuda, valoriza e contribui para a compreensão.
No exemplo abaixo, os dados são importantes mas não são colocados em abundância. Pelo contrário, somente aquilo que é relevante para o entendimento do perfil do internauta.

PRINCÍPIOS PARA APRESENTAR DADOS
O problema das reuniões baseadas em dados, resultados e números:
Já trabalhamos com inúmeros clientes que nos pediram para dar um “tapinha” numa apresentação de resultados financeiros e nos recusamos a fazê-lo caso não tivéssemos interferência no conteúdo. Afinal, nosso objetivo muitas vezes é proteger o cliente dele mesmo!
Quando isso acontece, fazemos algumas perguntas básicas:
Alguns princípios ao apresentar dados ou informações financeiras:
1) Vá direto ao ponto
Responda à pergunta: “o que eu quero que minha audiência lembre após a apresentação desta informação?”

2) Escolha a linguagem visual mais apropriada
Responda à pergunta: “Como posso ser o mais claro possível para que minha audiência tire suas conclusões automaticamente ao visualizar a informação?”

3) Limpe ao máximo o seu slide mantendo apenas o que é relevante
Responda à pergunta: “Como deixar a informação o mais clean possível sem perder o sentido?”

4) Valorize o mais importante
Responda à pergunta: “O que é mais importante neste slide para passar a mensagem?” e em seguida: “Como vou realçar esta informação?”

AFINAL, POSSO OU NÃO POSSO APRESENTAR DADOS?
Apresentar dados pode ser a pior decisão que pode tomar como pode também ser uma excelente forma de sustentar sua história!
No primeiro caso, se o que você tem é apenas uma abundância de tabelas, dados e números, sem uma história para contar, simplesmente cancele a sua reunião e mande um email!
Agora, se você tem bons argumentos, insights e uma boa história, mantenha a reunião e utilize seus dados para sustentar seus argumentos.
Esqueça aqueles 348 slides de back-up ou anexo, pois se você precisa disso, seus argumentos talvez não sejam suficientes.
Quando existe pertinência e seus dados contribuem para conclusões da sua audiência, vale a pensa sim apresentá-los. Quando isso acontecer, fique atento ao visual que escolhe para demonstrar os dados:
De todos os tipos de gráficos para apresentar informações, os meus preferidos são aqueles que utilizam imagens e metáforas. Veja alguns exemplos:




MORAL DA HISTÓRIA
Apresentação não é documento.
Não confunda um slide com uma planilha em Excel!
ATO1: Mion na sua grade de negócios

Tudo começou com uma demanda do Marcos Mion ao visitar a SOAP: Ajudá-lo a encantar o pessoal da TV Record que o chamou para uma espécie de concorrência para ver quem condiziria um Programa de Humor.
A ABORDAGEM
O pessoal da Record pediu que ele levasse uma idéia de Programa de Humor.
Depois de muitas horas de um bom papo, concluímos junto com ele que o melhor seria não apresentar o que foi pedido! É isso mesmo.
Pensamos que para fazer um Programa de humor, qualquer um pode fazer, e que o mais importante para a TV Record era ter um profissional de primeira (detalhe que o slogan da TV Record é “TV de primeira”), o programa é consequência!
O ROTEIRO
O que falar do Mion num roteiro que valorize tudo aquilo que ele relamente é?
Decidimos partir para uma narrativa que começa demonstrando que ter, gerenciar e organizar Programas de humor está no DNA do Mion. Tudo com evidências de programas que ele já apresentou ou apresenta.
Mas o mais importante do perfil do Mion não é o fato de somente ser um bom apresentador, mas sua capacidade de cuidar de outros programas, o programas que tem a ver com os negócios! Portanto, chegamos ai no slogan da apresentação:
“Marcos Mion na sua grade de negócio”
A partir dai o raciocínio foi seguido numa abordagem de começar pelo básico e esperado por eles e partindo para os requisitos para que isto aconteça:
Este foi um resumo do roteiro da apresentação de “venda”da imagem do Marcos Mion para os executivos da TV Record.
Nada disso foi inventado. Só foi possível valorizar tais atributos pois eles pertencem ao Mion.
Este foi o jeito que o Marcos Mion respondeu ao pedido: Venha nos apresentar um Programa de Humor! Ou seja, ele entregou muito mais do que foi pedido e demonstrou que é capaz de contribuir para aspectos relacionados ao negócio a à gestão.
O resultado? Foi escolhido!!
Ao ser contratado precisou apresentar a estratégia do programa. Mas isto veremos depois de uma amostra da apresentação:
ATO 2: A estratégia do Programa
Após sua contratação, Marcos Mion nos procurou para apresentar a idéia que tinha elaborado sobre o poscionamento do Programa.
No papo inicial, nos passou a necessidade de mostrar como seria a identidade visual do programa que já havia um nome: Legendários.
Como no primeiro trabalho, vimos a necessidade de ir além do visual e apresentar um posicionamento que seria a inspiração para todo o resto. Sendo assim, o visual seria consequência de uma definição estratégica de como o programa deveria ser reconhecido pelas pessoas, o que significa Legendários, qual é a proposta de valor para que ele fosse um programa de primeira e como isso seria implementado.
ATO 3: Um sonho vira realidade – Legendários vem ai
Agora, com muito orgulho, vemos o resultado sendo divulgado na mídia.
Parabéns ao Mion! Se juntarmos sua competência profissional com a imagem e popularidade que tem (mais de meio milhão de seguidores no Twitter), temos uma receita certa para o sucesso do programa que será sem dúvida um “programa de primeira”! Clique no link abaixo para acessar o blog do Programa Legendários:
A palavra “design” é utilizada em todos os cantos para definir desde uma embalagem de produto até uma obra de alto nível de sofisticação artística.
Existem inúmeras definições de design, do Aurélio (disciplina que visa a criação de objetos, ambientes, obras gráficas, etc.) a Wikipedia (qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato).
Tom Peters, guru de gestão empresarial e inovação, e seu livro “Re-Imagine!”, cita que Design é muito mais do que iPods e produtos interessantes do ponto de vista estético. Design para ele é a forma como podemos tornar a vida das pessoas melhor e tornar as coisas claras, fáceis de usar e acessíveis. Bem diferente das bulas de remédios ou dos manuais de alguns produtos eletrônicos!
Donald Norman, autor de “Emotional Design: Why we love (ou hate) everyday things”, relaciona o valor do design à sua capacidade em despertar emoções, estimular a criatividade e fazer as pessoas se sentirem melhor.
Pense num sushi em formato e cor de coxinha ou numa ferrari branca, muda completamente a nossa experiência, certo? Então imagine que vivemos o tempo todo, da hora que acordamos até a hora de dormirmos submetidos aos estímulos visuais de produtos, objetos, pessoas, roupas, paisagens, telas de computador, interfaces de site, etc Estes estímulos foram antes pensados por equipes que “desenharam” como seria a experiência do usuário com aquele produto. Como você enxerga o balanceamento, harmonia, cores e formas, e como tudo isto mexe nas suas emoções.
Garr Reynolds, um dos autores mais reconhecidos no mundo nas apresentações, segue este caminho em seu novo livro “Presentation Zen – Design”. Já é o segundo com o mesmo tema: Presentation Zen. Muitas coisas já foram abordadas no primeiro livro mas vale à pena conferir.
Para ele, o Design é uma ferramenta poderosíssima para tocar as audiências durante as apresentações. Mesmo quando alguém decide usar os abomináveis bullet-points, o Design (ou a falta dele!) está presente e impactando de forma negativa. As pessoas fazem julgamentos imediatos durante as apresentações. É atraente, bonita, de bom gosto, profissional, criativa, diferente, feita para mim, enfim, qualquer adjetivo que seja utilizado pela audiência é resultado, em grande parte, do Design apresentado.
Até para o conteúdo o design está presente, pois a história contada com cada palavra e frase utilizada, constrói uma imagem na cabeça da audiência.
Carmen Taran, nossa parceira nos EUA e autora do livro “Better Beginings”, possui uma palestra que foca em como criar interesse no primeiro impacto da apresentação. O nome é sugestivo: Love at first slide! O Design está presente o tempo todo no conteúdo da palestra.
Junto com o Design, está a Usabilidade (Usability). É como tornar amigável a interface entre o usuário e seja o que for que esteja sendo utilizado! O mesmo Donald Norman que vimos anteriormente, possui um livro bem interessante que aborda os objetos utilizados no dia a dia: The Design of everday things.
Na próxima vez que for preparar a sua apresentação, pense que mesmo a ausência de Design, já é Design!
Portanto, ao invés de seguir o “Mestre” do PowerPoint, siga sua intuição e criatividade, e acredite que você pode gerar experiências marcantes por meio do Design.
Acabou hoje (14/03) a jornada de 4 dias de seminário com o coacher e palestrante Tony Robbins. O tema era Unleash the Power Within.
Ele é considerado um dos maiores gurus de desenvolvimento pessoal e trabalha com o objetivo de despertar o máximo do potencial que existe em cada indivíduo. Já fez coaching para André Agassi, Bill Clinton, Larry King, Quincy Jones,Deepak Chopra, e muitos outros. Os números são impressionantes: Mais de 40 milhões de audios vendidos e mais de 1 milhão de pessoas treinadas.
O conteúdo da palestra tem base em técnicas de Programação Neurolinguística.
Ele é considerado um dos melhores speakers do mundo.
A SOAP esteve lá para entender seu estilo e conhecer sua metodologia de coaching. Nosso objetivo com isso é trazer novas idéias para o processo de coaching da SOAP e desenvolver eventuais novos produtos.
Algumas características que encontramos nele como apresentador:
Em resumo, ele tem uma grande capacidade de atrair o interesse e manter a atenção da audiência. No terceiro dia do curso ele conseguiu manter 3.500 pessoas ligadas por 17 horas SEM PARAR (das 9hs da manhã às 2hs da madrugada)!!
Vejam um speach dele no TED:
Av. João Crisóstomo 30, 5° andar - Lisboa - Portugal, Tel.: + 351 934824719
Av. Chedid Jofet 222 - g11, bloco A - Edifício Millenium, São Paulo / SP, Tel.: 55 (11) 2123-5290
333 Westchester Ave, S-300 White Plains NY +1 347 762 7872